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terça-feira, 23 de julho de 2013

Parede humana para ajudar bebês tartarugas



Voluntários criaram um corredor para um grupo de mais de 100 filhotes de tartarugas marinhas cabeçudas no sul do Mar do Caribe. As pequenas tartarugas haviam eclodido perto do aeroporto na ilha de Bonaire Dutch Caribbean.

Luzes da pista e outras fontes de luz feitas pelo homem tem interferido a vontade inata das tartarugas para encontrar o oceano, seguindo a luz mais brilhante, que tem sido desde os tempos pré-históricos a lua brilhando sobre a água.

Portanto, para evitar que os filhotes sejam atraídos para as iluminações artificiais, voluntários da Sea Turtle Conservation Bonaire formaram uma parede humana para criar um caminho distinto para os filhotes.

A tartaruga cabeçuda esteve na lista de espécies ameaçadas desde 1978, principalmente devido à poluição em seus locais de nidificação.

Foto: Sea Turtle Conservation Bonaire

Diego Vieira

terça-feira, 28 de maio de 2013

Ilha dos porcos



Ao norte nas Bahamas está a paradisíaca ilha Big Major Cay, conhecida como a ilha do porco.
 A ” Pig Island”  é protegida por uma cadeia de ilhas menores que a protege das tempestades tropicais.
Nesta pequena ilha, vive um grupo de porcos selvagens. Os suínos são alimentados regularmente por turistas que saem para visitá-los em barcos e com alimentos naturais da própria ilha.
Se você está no mar em um barco, os porcos vão nadar até você, porém se chegar em uma parte muito rasa, os porcos podem – e provavelmente irão – saltar para o barco e cobiçar o seu almoço.
Os porcos nadadores realmente estão no comando do lugar.


Veja algumas fotos da ilha paradisíaca habitada por porcos no Caribe.







Fonte: Diário Catarinense

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Bototerapia para crianças especiais



Criada há sete anos pelo fisioterapeuta Igor Andrade, a Bototerapia auxilia o tratamento de crianças com deficiências. A prática preza pelo contato entre os jovens e os botos que vivem em rios da Amazônia. A atividade é realizada a, aproximadamente, 30 Km de Manaus e tem atraído público para a região.

Segundo o criador da prática, a bototerapia não substitui os tratamentos tradicionais, porém, pode ajudar na evolução dos pacientes. "Nós queremos ajudar a criança, complementar. Por exemplo, uma criança com autismo e que não tinha foco, não prestava atenção em nada, o pai hoje diz que houve uma melhora geral, que ela tem mais foco", afirmou Andrade .

Segundo o fisioterapeuta, as crianças, acompanhadas dos pais, visitam os botos em grupos (formados por 12 a 15 pessoas), uma vez por mês. A interação com esses animais aumenta a auto-estima e pode amenizar os efeitos negativos das deficiências, diz. São atendidos jovens com hemofilia, leucemia, cegueira, surdez, com problemas motores ou autismo.


A técnica utilizada na bototerapia é o rolfing. A prática exercita, sobretudo, os tendões e músculos. "O músculo pode comprimir o nervo ciático, por exemplo. Ele visa alinhar a pessoa, organizar o joelho, descomprimir o pescoço e outras atividades, buscando um equilíbrio para o corpo", explicou o fisioterapeuta.

Conscientização

Os integrantes do grupo também agem para a preservação do boto, que está ameaçado de extinção e é alvo de caça local. A equipe realiza uma campanha de conscientização em comunidades pesqueiras.
O trabalho de bototerapia segue as normas de baixo impacto, regras desenvolvidas em um estudo para auxiliar o turismo, de forma que os botos não sejam molestados e que as práticas não alterem, significativamente, a rotina do animal.

Vejam a maravilha de troca de energias entre o animal e as crianças.






quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Projeto-tartarugas marinhas em João Pessoa




Projeto de preservação das tartarugas marinhas.

Minha amiga Méinha, esteve recentemente em João Pessoa (Paraíba) e me mandou por escrito, o que acontece lá , com as tartarugas marinhas. Obrigada amiga!

Aqui coloco as palavras dela, a respeito:
“...O projeto é numa praia urbana e não tem apoio de ninguém, é uma Ong que cuida e disseram que pela falta de estrutura o Projeto Tamar não se interessa em ajudar, nem encampar a ideia...

É pequenino ainda esse projeto, mas eu gostei, fica num pedacinho pequeno da praia e se resume basicamente em sinalizar os lugares onde as tartarugas (da espécie pente pq o casco parece um pente mesmo) poem os ovos e aguardar o nascimento dos filhotinhos.
Em condições normais essas tartaruguinhas nascem e se dirigem para a única luz que veem, que é a do mar, mas como estão localizadas bem próximas da cidade, a luz que veem é dos postes e se dirigem a eles, sendo mortas.

Então eles colocam uma rede em volta dos ninhos, aguardam e levam as tartaruguinhas prá perto do mar, para que elas possam chegar até ele sem nenhum impedimento, e torcem para que sobrevivam. Apenas uma ou 2 em mil sobrevivem, se tornam adultas, e retornam para por os ovos onde nasceram.

Além disso eles têm um pequeno hospital onde cuidam das tartarugas que são encontradas nas areias lá, segundo a garota com quem conversei (uma estagiária da Unesp de Santos) todas são encontradas muito debilitadas devido ao lixo que engolem junto com as algas. Muito saco plástico !

Tirei foto de um casco de uma que foi trazida a eles já em óbito e depois de dissecada verificaram que tinha um tudo de água oxigenada no estômago.
Faz parte do projeto ainda uma escola de surf, alfabetização e reforço escolar para crianças e ainda uma pequena biblioteca onde a leitura é estimulada em crianças, adolescentes e adultos que passam pela praia..."

Uma pequena descrição:
A tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata), também conhecida pelos nomes de tartaruga-de-casco-vinho, tartaruga-legítima e tartaruga-verdadeira, é uma tartaruga marinha da família dos queloniídeos, encontrada em mares tropicais e subtropicais. Espécie criticamente ameaçada de extinção devido a caça indiscriminada.
A China e Japão utilizam-na como alimento.
Mas , o pior: SEU CASCO É UTILIZADO COMO ORNAMENTO!

Incrível o que acontece! Além de estar em extinção,1 ou 2 sobrevivem!
Sempre os sacos plásticos, que fazem o animal ‘agonizar’, até morrer. O problema é que este lixo todo, às vezes, nem é jogado nesta praia. Ele vem através das correntes marinhas, de outros lugares.Uma lástima!
Mesmo assim, parabéns a esta gente, que sem nenhuma ajuda , faz O QUE PODE...porque tem AMOR pelos seres vivos e pelo meio ambiente, necessário à sobrevivência de todos e do Planeta como um todo.